Exames dos “jornadeiros” revelam qualidade da saúde em SCE
Criado em 5/2/2016 -
Imagem: Jornada Científica - USP

A secretaria de Saúde de Santa Cruz da Esperança já tem em mãos os dados das amostras de exames realizados no município pela Jornada Científica dos Acadêmicos de Farmácia e Bioquímica da Universidade de São Paulo (USP), campus Cidade Universitária. Os números são extremamente favoráveis e demonstram que, de 2013 em diante, já na administração atual houve redução no índice de doenças parasitológicas em crianças e idosos, bem como os de hemoglobina, o que determina se a pessoa apresenta anemia. Também foram elaborados gráficos da série história iniciada há quatro anos, sobre hipertensão arterial, glicemia e colesterol. “Os resultados são muito animadores e demonstram que Santa Cruz está realizando um trabalho na área de saúde de acordo com padrões internacionais, pois esta é a meta da administração”, disse secretária de Saúde Geonava Biaggi.

No inicio do governo, os dados referentes aos exames parasitológicos realizados em 67 crianças atendidas pelos “jornadeiros”, 19% delas apresentaram resultados positivos e em 81% delas nada se constatou. No ano seguinte, quando o número de crianças investigadas subiu para 157, houve um aumento nos casos positivos para 27%. Em 2015, com 69 crianças estudadas, o número de exames positivos caiu para 19%. Mas, em 2015, após uma série de medidas adotadas, atingiu-se o número recorde de apenas 12% das crianças com algum tipo de vermes e 88% livres de qualquer problema. “Esse resultado pode ser considerado excelente, mas queremos melhorá-lo ainda mais”, afirmou a secretária.

Idosos – O mesmo exame realizado entre a população idosa, com 60 anos ou mais, revelou que, em 2013, o índice de contaminados por qualquer verme presente nas fezes, era de 17% contra 83% dos que apresentaram resultados negativos. O total de investigados naquele ano foi de 54 pessoas. No ano seguinte, em 2014, com 110 idosos avaliados, o índice de casos positivos caiu para 12% e para 10% em 2015. Em 2016, mais uma grande conquista fruto do trabalho realizado: dos 75 idosos analisados apenas 9% deles apresentavam exames parasitológicos positivos.

Quanto aos exames de sangue para medir na população idosa os valores de hemoglobina, referência para se saber se uma pessoa tem ou não anemia, em 2013, dos 55 examinados pelos “jornadeiros”, 19% estavam anêmicos, 9% estavam no limítrofe e 72% apresentaram valores dentro da normalidade. Em 2014, com 11 idosos investigados, apenas 7% tiveram exame positivo, 12% estavam nos valores limítrofes e 81% nada apresentaram.

No ano de 2015, o número de idosos analisados foi de 107 pessoas, com 11% deles apresentando anemia, 17% no limítrofe e 72% com resultados normais. Em 2016, com uma revisão de valores laboratoriais, com a junção de índices de anêmicos mais os índices limítrofes, 74% dos 74 idosos examinados apresentaram valores normais de hemoglobina. “Mesmo com essas mudanças feitas pelo pessoal da USP, os números são muito positivos”, diz Geovana Biaggi.

Crianças – O mesmo tipo de exame foi realizado durante quatro anos em crianças, sendo que, em 2013, 62% estavam dentro dos parâmetros da normalidade, 9% eram baixos e 29% estavam no limítrofe. Em 2014, os casos normais saltaram para 69%, os índices baixos caíram para 6% e os limítrofes não foram além dos 25%. Em 2015, os índices de normalidade mantiveram-se em 69%, o limítrofe ficou em 26% e o índice baixo caiu para 5%. Em 2016, 82% dos casos ficaram dentro da normalidade e os outros 18% são os casos de valores abaixo do normal, que inclui limítrofe e baixo.

Os exames de pressão arterial realizados em 2016 em 133 pacientes, 86% apresentaram valores de aferição dentro da normalidade, contra 14 com valores alterados. A glicemia foi testada em 142 pacientes, com 55% deles dentro da normalidade, 13% alterados e 32% no limítrofe. Já o exame de colesterol encontrou 68% dos 135 pacientes examinados dentro da normalidade e 32% com valores alterados. “Esses dados são subsídios para que possamos corrigir essas alterações e, para isso, o Programa Médico da Família tem grande importância”, afirmou Geovana Biaggi.

O projeto da USP visa diagnosticar parasitoses, anemias, diabetes, hipertensão e as elevações nos níveis de colesterol, com foco maior nas três últimas, identificadas pela sigla DHC (Diabetes, Hipertensão e Colesterol). Apenas 270 habitantes (120 crianças e 150 idosos), fizeram parte do projeto global até o ano passado, e os resultados dos exames, que também incluem os de fezes. Após as análises laboratoriais, as pessoas receberam em casa um laudo detalhado dos resultados dos exames laboratoriais.
Santa Cruz vai promover palestra sobre Álcool e outras drogas
Criado em 5/2/2016 -

A Secretária Municipal de Promoção Social e Santa Cruz da Esperança, através do Centro de Referencia de Assistência Social- CRAS, convida a todos para participar da palestra sobre ‘’Álcool e outros tipos de drogas’’, com o Tema: “Educação para as drogas”, ministrada pelo médico Doutor Pessanha Junior. A palestra será no dia 17 de fevereiro, às 19 horas, no Centro Social Urbano – CSU.

PORTAL DA TRANSPARENCIA

ACESSO A INFORMACAO

PRÓXIMOS EVENTOS:
Prefeitura de Santa Cruz da Esperança
Rua Angelina Reghini Fontanetti, 457 – Centro - CEP 14250-000
PABX: (16) 3666-1115